Tragédia de um amor perdido
Vamos começar com era uma vez. Era uma vez um garoto em busca do que todos diziam ser sua alma gêmea. Ele sempre sonhou em encontrar o grande amor da sua vida. Embora todos diziam a ele que esse amor não passava de marketing, e que não existia. Ele permaneceu com seus pensamentos firmes e fortes. Sofreu algumas vezes até se dar conta de que via amor onde nunca existiu sentimento algum. Mas se tem uma coisa que ele nunca fez foi desistir de encontrar esse amor. Mesmo entre trancos e barrancos. Acreditava cegamente que logo a encontraria. Apenas teria que dar tempo ao tempo.
E havia uma garota que morava há algumas milhas dali. Ela acreditou muito em amor, até quebrar a cara tantas vezes e dizer a si mesma que isso não existia. Dizia que amor não existia, o máximo que existe são pessoas dispostas a respeitar uma a outra e arriscar algum romance. Não a julgue. É que ela é do tipo intensa sabe, aquela que é oito ou oitenta. Então ela entregava seu coração nas mãos erradas, e eles fugiam. Despedaçando seu coração pelo caminho, acreditando que ela viveria das migalhas que eles distribuiriam pelo caminho com o mesmo. Então ela se isolou de tudo e todos e resolveu viver sem um. Ela viveu coisas legais, mas as borboletas que antes habitavam em seu estomago haviam a deixado há muito tempo e com isso seu interesse logo cessava.
Até que em um dia lindo em que o sol radiava a deixando plena, os pássaros cantavam como em um concerto. Porém nem tudo que brilha é ouro e coisas ruins acontecem sem que nos damos conta. Ela foi atropelada, nada grave apenas arranhões leves. E no momento em que estava caída no chão um anjo se aproximou de seus olhos, e um sentimento de encontro tocou seu coração. Será que estou morta? Pensou ela. O rapaz ajudou ela levantar e entregou seu número caso ela precisasse de algo visto que ele estava indo trabalhar.
Ele esperou o dia todo pela ligação. E pensava quando de novo ele iria conseguir ver aquele lindo rosto. Nem o nome dela eles sabia. Quando já se passava das dez horas da noite seu telefone tocou e a voz da garota ele reconheceu. Ela disse que queria o ver, o quanto antes fosse possível. Ela se deu conta de que esteve errada durante todo esse tempo. O amor existe sim e ele estava ali debaixo do nariz dela agora. Seu coração palpitava ao ver ele, é como se sua alma estivesse inteiramente conectada com a dele. Marcaram um cinema, e tiveram alguns encontros. Até ele tomar coragem de pedir ela em namoro. Dias, meses e anos se passaram. Dois anos para ser mais exata e decidiram se casar. Pouco tempo depois ela descobriu que estava grávida.
Sabiam que tudo iria mudar, mas não acreditavam que seria de uma forma cruel. Em uma noite chuvosa estava voltando de um restaurante quando ele foi colocar seu carro na garagem e dois homens encapuzados os surpreenderam. Ele sem saber o que fazer disse que poderiam levar tudo que quisessem mas que deixassem sua esposa sair dali. Ao terminar de proferir essas palavras ouviu um disparo de arma de fogo e os bandidos fugiram. Ao olhar do outro lado do carro viu sua esposa caída no chão. Ligou o mais rápido possível para emergência mas chegando lá o médico disse que era tarde demais, mas ainda dava para salvar a vida do bebê. A tragédia de um grande amor perdido e de uma parte dela que estava ali viva e necessitando de toda sua atenção e amor. Dizia ele a seu filho toda noite, que sua mãe o amava lá do céu. E para que demonstrasse e aproveitasse cada minuto da sua existência. Nunca se sabe quando aquela noite chuvosa pode se repetir...

E havia uma garota que morava há algumas milhas dali. Ela acreditou muito em amor, até quebrar a cara tantas vezes e dizer a si mesma que isso não existia. Dizia que amor não existia, o máximo que existe são pessoas dispostas a respeitar uma a outra e arriscar algum romance. Não a julgue. É que ela é do tipo intensa sabe, aquela que é oito ou oitenta. Então ela entregava seu coração nas mãos erradas, e eles fugiam. Despedaçando seu coração pelo caminho, acreditando que ela viveria das migalhas que eles distribuiriam pelo caminho com o mesmo. Então ela se isolou de tudo e todos e resolveu viver sem um. Ela viveu coisas legais, mas as borboletas que antes habitavam em seu estomago haviam a deixado há muito tempo e com isso seu interesse logo cessava.
Até que em um dia lindo em que o sol radiava a deixando plena, os pássaros cantavam como em um concerto. Porém nem tudo que brilha é ouro e coisas ruins acontecem sem que nos damos conta. Ela foi atropelada, nada grave apenas arranhões leves. E no momento em que estava caída no chão um anjo se aproximou de seus olhos, e um sentimento de encontro tocou seu coração. Será que estou morta? Pensou ela. O rapaz ajudou ela levantar e entregou seu número caso ela precisasse de algo visto que ele estava indo trabalhar.
Ele esperou o dia todo pela ligação. E pensava quando de novo ele iria conseguir ver aquele lindo rosto. Nem o nome dela eles sabia. Quando já se passava das dez horas da noite seu telefone tocou e a voz da garota ele reconheceu. Ela disse que queria o ver, o quanto antes fosse possível. Ela se deu conta de que esteve errada durante todo esse tempo. O amor existe sim e ele estava ali debaixo do nariz dela agora. Seu coração palpitava ao ver ele, é como se sua alma estivesse inteiramente conectada com a dele. Marcaram um cinema, e tiveram alguns encontros. Até ele tomar coragem de pedir ela em namoro. Dias, meses e anos se passaram. Dois anos para ser mais exata e decidiram se casar. Pouco tempo depois ela descobriu que estava grávida.
Sabiam que tudo iria mudar, mas não acreditavam que seria de uma forma cruel. Em uma noite chuvosa estava voltando de um restaurante quando ele foi colocar seu carro na garagem e dois homens encapuzados os surpreenderam. Ele sem saber o que fazer disse que poderiam levar tudo que quisessem mas que deixassem sua esposa sair dali. Ao terminar de proferir essas palavras ouviu um disparo de arma de fogo e os bandidos fugiram. Ao olhar do outro lado do carro viu sua esposa caída no chão. Ligou o mais rápido possível para emergência mas chegando lá o médico disse que era tarde demais, mas ainda dava para salvar a vida do bebê. A tragédia de um grande amor perdido e de uma parte dela que estava ali viva e necessitando de toda sua atenção e amor. Dizia ele a seu filho toda noite, que sua mãe o amava lá do céu. E para que demonstrasse e aproveitasse cada minuto da sua existência. Nunca se sabe quando aquela noite chuvosa pode se repetir...

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